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Mostrando postagens com o rótulo :Li e gostei:

Precisamos

A vida tem me ensinado, e as vezes a duras penas, a rever alguns conceitos. A ter um pouco mais de humildade e reconhecer que há belas coisas além do meu impedernido, vaidoso e rústico olhar. Se tratando de internet, não há lugares melhores do que outros. Ha lugares que se encaixam mais em nossos perfis e conveniências e até vaidades. Pois estamos a cata de sempre parecermos melhor do que somos. Aliás, nem sempre melhor, mas precisamos fantasiar quem somos. O Facebook é tido, e foi por mim também , como lugar de menos intelectualidade e mais infatilidades, leviandades e `burrices`, salvo megas excessões.  Ainda bem que a cada dia mais venho suavizando esse meu rancoroso olhar. Aqui uma excelência de olhar.

Tem de tudo um pouco

Que alegria quando a gente une o util ao agradavel. Com tempo de sobra para entrar na minha Drogaria preferida e atender minhas solicitaçoes sem correria e ainda pegar a carona numa revista gratuita e interessante. E ao folhear reconhecer afinidades de leituras. Tem de tudo um pouco. Saude, beleza, filantropia, filosofia, poesia. Enfim, muita e cuidadosa Informação. Esse e o nosso  terceiro encontro. Mas esse foi o mais  relevante em termos de sintonia pelos termos abordados. Medicos Sem Fronteiras seria tipo um sonho missionario participar pela carater humanitario, filosofico e descrompomissos com bandeiras e apelos religiosos. Contardo Calligares me interessa as leituras. E a poesia limpida e fresc,  livre e desatrelada do brilho ofuscante da titularidade famosa. Falo aqui da muito linda  midia.impressa Ponto de Encontro das Drogarias Pacheco.

A sensibilidade de Maria Sibylla Merien

Quando abri meu Google dei de cara com essa singeleza e amei. É o Google Doodle assinalando o 366. aniversário da naturalista e  ilustradora científica alemã  Maria Sibylla Merien   (1647 - 1717). "Na minha juventude, passei meu tempo a investigar insectos. No início, comecei com  bicho da seda  na minha cidade natal, Frankfurt. Percebi que lagartas produziam lindas borboletas ou mariposas, os bichos da seda faziam o mesmo. Isso levou-me a recolher todas as lagartas que eu pudesse encontrar, para ver como elas mudavam." E quando chamei por seu nome  no adorável Google me deparei com uma grandiosidade de doces imagens e deixo essas E para finalizar também  esse vídeo com algumas de suas lindas e ternas  ilustrações

Uma bela reflexão

Um monge, um cristão e uma mexerica : Minoru Raphael, no Minorulandia Há algum tempo perdi minha avó. Japonesa, teve seu cerimonial de despedida típico budista. Se a dor era inegociável, tentei tirar qualquer aprendizado da situação. Eu estava num tempo budista, com monges e todo aquele aparato de coisas que imagino que um lugar com monges deva ter por pré-requisito. Cristão, tudo me era não-normal. Mas por outro lado, milito a favor das culturas, do Fator Melquesedeque, da graça comum. Lá no fundo eu sentei e tentei perceber cada detalhe. Fechei os olhos quando os cantos começaram e senti algo bom. Melismas melódicos que certamente tinham algo de gregorianos. Várias perguntas apareciam e eu guardei todas. Ao final, esperei até que o último saísse da sala e então abordei aquele que orquestrava a cerimonia. Comecei: - Com licença, me chamo Minoru. Esses textos que o senhor leu, essas cartas, são de quem para quem? - Muito prazer Minoru! (um sorriso natalino) Estas cartas são...

Então me perguntei: havia ou haviam?

(E desejei não permanecer na dúvida.) Haviam ou Havia O verbo haver é impessoal quando está no sentido de “existir”, ou seja, não admite sujeito. Neste caso, é invariável (não flexionado) e conjugado na terceira pessoa do singular. Vejamos: a) Não  houve  candidatos suficientes para este concurso. b)  Havia  muitas pessoas para fazer a prova do concurso. c)  Há  dez dias não como carne vermelha. d)  Haverá  alguém que possa ajudar-me! O verbo “haver” como impessoal pode surgir ainda na locução verbal. Seu auxiliar irá acompanhá-lo e será conjugado também na terceira pessoa do singular: a)  Deve haver  uma forma de resolver esse processo. b)  Deve haver  formas de resolver esse processo. c) Os desentendimentos que possam  ter havido  entre os dois, cabe a eles resolver. Contudo, quando o verbo  “haver”  é que faz o papel de auxiliar e tem valor equivalente a  “ter” , será ...

FELIZ 2013! (conheci agora visitando meu canalzinho do youtube) Amei.

Cartas de Drummond e outros mais

Hoje finalmente, como um dia comentei aqui, encontrei o site de Vera Brant , amiga de Carlos Drummond de Andrade e lá leitor querido  encontrará cartas de Drummond para Vera, e vice-versa, e outros coisas bem interessantes. Já faz uns anos que conheci e li esta página e também vou reler, em outra oportunidade, o que aqui recomento. É uma oportunidade de conhecer um pouquinho mais da alma desse homem talentoso e doce.  E também redescobrir o prazer e alegria das trocas generosas que só as cartas, que hoje se equivaleriam - quase que na integridade de sua beleza e eloquência - pelos emails; esse instrumento que também vem se tornando arcaico - e quase sucumbindo - diante da febre dos 140 caracteres e o curtir dessa virtualidade que acaba nos mecanizando. Se podemos considerar que a internet aproxima,  da mesma forma podemos considerar que nos torna também menos eloquente  e mais robotizados.  Não somos nós que sorrimos, é o :) Não somos nós que triste es...

A sempre

Recebi um email de uma pessoa querida e agora distante. Só nos falamos por email e ainda assim pouco. Elzira é seu nome. Foi  a pessoa mais inspiradora no meu tempo de igreja (1999 a 2004). Mulher educada, inteligente, sensível e totalmente envolvida com a obra eclesiástica. Nem por isso alguém que saiu do mundo, muito pelo contrário,  pois como diretora de uma escola municipal aqui no Rio engajou-se  socialmente na defesa dos mais fracos e marginalizadas.  Fazendo jus a herança materna de ser crente desde que nasceu e não abandonando a igreja de forma alguma,exercendo inúmeros cargos de confiança (só não aceitando ser diaconisa por ser  algo muitíssimo sério e não se sentia preparada {algo assim} ),  até hoje conciliando suas atividades públicas com a da igreja e atualmente dirigindo uma Congregação junto com seu marido. E que fui carinhosamente convidada a visitar com direito a mordomia de me buscar  no meio do caminho. Estou tomando coragem de ...

Eu sei

Lendo essa matéria  no meu gr,  no link abaixo , lembrei-me do lindo poeta Carlos Drummond de Andrade que quando perdeu sua amada esposa, intencionalmente deixou de tomar os medicamentos para sua doença do coração. Se opondo a prolongar sua vida. Uma resposta a perda da sua amada. Li isso no site de uma escritora, muito sua amiga e de outros famosos, que agora me foge  o nome. Era Vera. O sobrenome não sei. Tem uma página na net,  que visitando descobri essa informação. Se me lembrar volto aqui e deixo. Perder a pessoa amada pode literalmente partir o coração, dizem médicos do PavaBlog de Jarbas Aragão   Eu sei.

“Ai se eu te pego”: uma análise comparativa

Eu adorei isso!  Já dizia o Apóstolo que a letra mata, mas o Espirito vivifica! É preciso um bom olhar, naquilo que nos faz alegrar! A música é um deprentensioso convite a alegria. Tanto é, que até os soldados israelistas se valeram dela num dia desse. Imaginen isso, num capo de batalha, onde ronda a morte, um momento de desprentensiosa alegria?!?!? Na na quinta-feira, li uma análise muito bem articulada do diretor do Jornal do Brasil, Reinaldo Paes Barreto - na coluna "Sociedade Aberta" , que amei! País - Sociedade Aberta “Ai se eu te pego” - por que essa música explodiu como um fogo de artifício?     Muito fácil é malhar, esnobar, repudiar, desdenhar. Difícil é - no mínimo - tentar compreender!  E adornar, tão belamente como aqui nesse texto.  Eu não escuto essa canção no dia a dia, mas acho que é ótima (e segunda sua autora foi composta com esse propósito) para se dançar e comemorar a vida!  (agora fala sério: se vc estiver...

Felicidade e frustração

Felicidade e frustração :  "Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”. ... Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude. ... E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa. ... ...

Silêncio

Silêncio :  Silêncio quietude que se cala interrompe conversas falatórios, correspondências, textos. Tempo suspenso da alma ausente de ruídos externos vozes sem palavras preciosidades interiores. Convite, segredos sendo o auscultar sopros mistério a cada dia novo e eterno dia. Esperar nada, nada desejar vazio silente percepções sutis. Advento que anseia nascimento espera sem tempo Instante nenhum. martha pires ferreira/ dezembro 2011 ______ Caderno Aquariano  da linda martha

Natal, uma vez por ano

Lindíssimo, e generoso,  texto!!!   Ainda que seja apenas uma vez por ano que o Natal aconteça assim, desejo que a Luz e toda a Magia que reinam nessa data , tão comentada, esmiuçada, poetizada, cantada, esperada por muitos, sejam as crianças, os idosos, ou aqueles que ainda caminham no meio desses extremos tão maravilhosos; tão ovacionada por uns, criticada por outros, esquecida por demais, mas enfim tão arraigada em nós (seja para alegria ou tristeza) nos visite a cada segundo de cada novo dia do Ano que vai nascer: 2012!!!!!   Feliz Natal !!!! Eu, que procurava um texto de Natal que se parece mais um pouco comigo, que fugisse do óbvio, dos extremos. Nem maquiado nem tampouco pessimista, encontrei nesse a luz da Esperança! E aqui o deixo para acariciar, e esperançar, o coração dos que passam por aqui! Como amei ler isso, pois esperançou também o meu!!   Natal, uma vez por ano :  Ricardo Gondim Eu era menino e achava que o nat...

Dom Casmurro

"Se soubesse, não teria falado, mas falei pela veneração, pela estima, pelo afeto, para cumprir um dever amargo, um dever amaríssimo..." IV Um dever amaríssimo! José Dias amava os superlativos. Era um modo de dar feição monumental às idéias; não as havendo, serviam a prolongar as frases.  Levantou-se para ir buscar o gamão, que estava no interior da casa. Cosi-me muito à parede, e vi-o passar com suas calças brancas engomadas, pressilhas, rodaque e gravata de mola. Foi dos últimos que usaram presilhas no Rio de Janeiro, e talvez nesse mundo. Trazia as calças curtas para  lhe ficassem bem esticadas. A gravata de cetim preto, com um aro de aço por dentro, imobilizava-lhe o pescoço; era então moda. O rodaque de chita, veste caseira e leve, parecia nele uma casaca de cerimônia. Era magro, chupado, com um princípio de calva; teria os seus cinquenta e cinco anos. Levantou-se com o passo vagaroso de costume, não aquele vagar arrastado dos preguiçosos, mas um vagar calculado e ...

Paralamas - Capitão de Industria

Em homenagem ao lindo post de Tuco Egg - A Casa Vazia - na sua A Trilha.  Talvez algum dia as mulheres repensem no que estão deixando para trás e ainda não seja tarde. Talvez se mais homens tivessem a alma parecida com a de Tuco Egg. http://youtu.be/-TBh_JCh4Js

A Trilha

Gosto muito da Trilha que acompanho pelo GR. O que mais gosto lá é da linguagem sensível e simples de Tuco Egg. Esse texto está tão lindo e verdadeiro que resolvi trazê-lo e quem sabe uma hora dessas eu resolva deixar aqui minhas impressões sobre os mesmo. Até tentei comentar lá, mas deletei meu comentário. Ainda prezo meu anonimato virtual. Casa vazia Correndo o risco de ser taxado de machista e retrógrado, quero abordar uma questãoq que há muito tempo vagueia no enorme vazio da minha cabeça oca. Acompanhe o raciocínio e diga se não faz algum sentido pra você. Obviamente a opinião interessa especialmente se for vier de alguém do sexo feminino.    A mulher, que por décadas lutou para ter a liberdade de fazer tudo que o homem fazia, é hoje prisioneira da obrigação de fazê-lo. Deixou de ser oprimida pelo homem, para oprimir a si mesma. Quando conquistou merecidos direitos, quando libertou-se da imagem de inferior, lançou sobre si a carga de provar que pode ser superio...