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Mostrando postagens com o rótulo :Pensando:

Sementes

Adélia Prado

no Roda Viva. Compartilhado no face só a parte que ela faz críticas ao PT.  Os não petistas aproveitam todas as oportunidades para criticar o PT e embora eu esteja contra o PT em quase todas as questões que ele é crucificado e com razão , vejo as coisas boas que ele fez. E meço isso através felicidade das pessoas que ontem nada tinham e hoje possuem alguma coisa.  Se eu tiver que falar mal do PT vai ser aqui como desabafo, por enquanto. Até que eu entenda o que devo sentir de fato pelo PT. Dessa forma, preferio deixar aqui compartilhando  e  na íntegra  o pensamento dessa bela escritora, ao invés de um trecho.

Ontem

  Assisti trechos desse vídeo bem bacana e muito pertinente na recente   MovTV  ,  que aqui no Rio concorre com a Bustv  que tem um lindinho  logo e a  bela e simpática jornalista  Rubia Sibele que apresenta o Notícias em Movimento, e outros programas admiráveis e excelentes.  E através dessas reportagens foi que conheci o trabalho dos Fiscais da Natureza  Ainda no ônibus e  na mesma hora que assistia a reportagem   fui pesquisando  pelo vídeo  e cheguei nessa página MHM - Manual do Homem Moderno Absolutamente convicta de que eu também faço isso embora muito, muito pouco também, deixo para nossa reflexão. I Forgot My Phone

“Ai se eu te pego”: uma análise comparativa

Eu adorei isso!  Já dizia o Apóstolo que a letra mata, mas o Espirito vivifica! É preciso um bom olhar, naquilo que nos faz alegrar! A música é um deprentensioso convite a alegria. Tanto é, que até os soldados israelistas se valeram dela num dia desse. Imaginen isso, num capo de batalha, onde ronda a morte, um momento de desprentensiosa alegria?!?!? Na na quinta-feira, li uma análise muito bem articulada do diretor do Jornal do Brasil, Reinaldo Paes Barreto - na coluna "Sociedade Aberta" , que amei! País - Sociedade Aberta “Ai se eu te pego” - por que essa música explodiu como um fogo de artifício?     Muito fácil é malhar, esnobar, repudiar, desdenhar. Difícil é - no mínimo - tentar compreender!  E adornar, tão belamente como aqui nesse texto.  Eu não escuto essa canção no dia a dia, mas acho que é ótima (e segunda sua autora foi composta com esse propósito) para se dançar e comemorar a vida!  (agora fala sério: se vc estiver...

Victor Hugo

O Nosso Infinito   Há ou não um infinito fora de nós? É ou não único, imanente, permanente, esse infinito; necessariamente substancial pois que é infinito, e que, se lhe faltasse a matéria, limitar-se-ia àquilo; necessáriamente inteligente, pois que é infinito, e que, se lhe faltasse a inteligência, acabaria ali?  Desperta ou não em nós esse infinito a ideia de essência, ao passo que nós não podemos atribuir a nós mesmos senão a ideia de existência? Por outras palavras, não é ele o Absoluto, cujo relativo somos nós?   Ao mesmo tempo que fora de nós há um infinito não há outro dentro de nós? Esses dois infinitos (que horroroso plural!) não se sobrepõem um ao outro? Não é o segundo, por assim dizer, subjacente ao primeiro? Não é o seu espelho, o seu reflexo, o seu eco, um abismo concêntrico a outro abismo? Este segundo infinito não é também inteligente? Não pensa? Não ama? Não tem vontade? Se os dois infinitos são inteligentes, cada um deles tem um princípio ...