Amo essa roupinha de dormir. Ja perdi a conta dos anos que possuo Percebo a antiguidade pelo elástico que ja afrouxou. Não costumo comprar roupas com frequência. Quando mais jovem e trabalhava como secretária, esbanjei bem. Vou às compras de vestuário um vez por ano para roupas íntimas E muito pouco para roupas usais. O critério atual é comprar quando do convite para festas. Ai sim, compro roupas versáteis e boas. No mais, ganho sempre uma roupinha de presente nos aniversários, incluindo de dormir. Também aceito roupas de segunda mão, quando me dão. Mas isso não significa gostar de brecho. Inclusive cometo até uma irracionalidade para justificar a minha aversão: - não gosto de roupas de brecho por conta da energia da pessoa que usou,a aura da pessoa. Sei lá de quem era. Penso ser uma justificativa boba. Me sinto assim, todavia. E a energia das pessoas de que recebo de segunda mão as roupinhas. Nao contam? Não, já que as recebidas e são pouquíssimas,...
23 de agosto. Nesse dia, a curiosidade de me olhar refletida nessas 6/7 polegadas, fez surgir essas duas imagens. Há momentos que fico encantada com a beleza da minha pele os 66 anos. Se tivesse recursos para usar aqueles cremes da La Roche, penso que estariam melhores. Ainda bem que posso continuar com o pequeno luxo de comprar meu Neutrogena azulzinho, receitado por umas das dermatologistas lá da Santa Casa. Volta e meia peço umas indicações, embora saiba que isso nao tem relação com a minha consulta do Lupus. Sou tratada pela Instituto Dr. Daniel Azulay de forma filantrópica e só soube esse ano. Sempre pensei que era atendida pelo SUS. Não saberia contar a história da Santa Casa, mas acho que sempre foi filantropica e associada ao SUS. Mas depois daquele escândalo em nao sei que ano e foi fechando seus demais serviços, passou a atender apenas pelo particular. Eu, para minha alegria, estou lá desde estão, na base da filantropia. E notei, que são bem pouco...