“Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas” Alvaro de Campos peseudônimo de Fernando Pessoa Desde que assisti o filme Sex and the City ( e tem tempo isso) e numa cena a personagem Carrie Bradshaw, deitada em sua cama ao lado do namorado, folheava um livro de cartas de amor de homens notáveis e citava trechos de uma carta de Beethoven, fiquei extremamente curiosa a respeito desse livro. E disse a mim mesma que leria esse livro. Pois uma romântica assumidíssima, incorrígível e tola, e hoje triste ao se olhar no espelho e saber-se assim, não perderia por nada a delícia e o conforto de saber que os notáveis também escreveram cartas de amor rídiculas como as sua. Esse conhecimento foi de grande consolo. O que eu não sabia (e soube dias atrás) é que esse livro citado no filme na época e que na verdade não existia foi muito procurando, de...
"Senhor, junto meus pedaços todos os dias quando permito que Tu me recries."