Querido Artur da Távola, Hoje ouvi música clássica pela manha. No metrô. Não sei quem veio primeiro. Se sua lembrança ou se a música te trouxe a mim. E Paganini, nessa versão com o David Garret, me recorda vc. E agora ao visitar o Feedly, no belo Caderno Aquariano te reencontrei. Sincronicidade pura. Jung, que conheci belamente contigo. Como encerrar essas linhas, não sei. Pois não há palavras que encerre o que no coracão veio pra ficar. A sua doce e bela lembrança. (quando me lembrei de ti desejei um texto para deixar aqui e com uma cancão clássica. Mal sabia que o texto ja esperava por mim.) Artur da Távola – homem precioso e refinado Coisas que a vida ensina depois dos 40 Amor não se implora, não se pede, não se espera... Amor se vive, ou não. Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você. Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para mostrar ao homem o que é fidelidade....