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Azul


Ao ouvir a preciosidade acima  pensei:
não posso privar o meu bloguinho mais adorável de ofertar essa preciosidade.
e fui buscar para adorná-la uma bela Semente.

Nada que li me convenceu.

E não sou de deixar nada que não passe pelo coração.
Meramente  é uma palavra que não reconheço 
e por tal nada é mero em mim.

E parece que hoje meu coração está surdo às palavras.
Nunca jamais às imagens e 
 canções.

(E deixo essa de uma série que me custou o bloqueio do meu celular no dia que fiz por falta de espaço para armazenamento pois estava sem o cartão de memória que esqueci de colocar, e um edema no joelho operado e com artrose. Que falta de poesia e  coisa mais pavorosa  falar em artrose nesse cenário, mas não seria eu se não
fosse assim.)

Estamos na Lagoa, já no seu finalzinho, quando vim admirando-a  desde a Vinícius de Moraes  até a Gávea.
Tenho outras lindas.


Não é uma imagem admiravelmente bela e terna?


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