Na terça passada na volta do trabalho e ao entrar (ou depois) no trem enfiaram a mão na parte de fora da minha bolsa (que segundo a Fátima dá para carregar um jumento de tão grande) e levaram meu celular.
Percebi ainda num certo trecho da viagem quando fui buscar o celular e senti uma tristeza por ter sido roubada.
Senti um sentimento tão pesado que desejei mal a quem me roubou e externei isso para um outro passageiro. Depois foi um sucessão de pedido de perdão a Deus por ter desejaod mal a uma pessoa.
Nunca tinha acontecido.
E o pior não foi ter perdido o celular, mas o desejar mal.
O celular compra-se outro e o sentimento perversos ficam e a gente sabe que eles sempre podem retornar.
Segundo o Dr. Edgar, pisiquiatricamente falando, pode-se esperar qualquer coisa, um surto, de uma pessoa normal.
Por isso Jesus em Mateus 15:11 no diz que o que contaminha não é o que entra pela boca mas o que sai. E Provérbios ainda nos lembra que de tudo que devemos guardar, o coração é o mais precioso bem que inspira redobrado cuidado.
E como se faz isso meu irmão?! No meu caso, abastecendo-me do que pode melhor me inspirar.
Por isso estou sempre envolta em leituras, poesia, músicas e imagens. E dos meus estudos.
Se assim já está difícil, imagine do contrário.
(por isso que não prolongo minha ausência do bloguinho, embora por vezes queira. Já que esse lugar tem um perfume suave que me invade e melhora meu pensamento e atenua minha imaginação para o mal, revelando-a, tratando-a).
Um dia depois do evento roubático, tive que providenciar um outro celular e por essa coisa de apego comprei um da mesma marca, um pouquinho melhorado.
É tão triste perder as coisas. E ainda tinha umas imagens minhas e de casa que passei mas guardei para um olhar novo nas viagens.
Não consegui bloquear o aparelho sem o número do amei, mas o número sim que recuperei depois num chip novo.
Nunca desprezo ou invalido a importância de quem coisa/pessoa que um dia colaborou para que minha alma sorrisse mais e pudesse vislumbrar fios coloridos de esperança nesse meu caminhar.
Assim deixo as minha últimas imagens feitas do meu velho e companheiro LG (embora tenha ainda centenas no meus pen drives que ainda não postei) que estão ainda aqui no pc do trabalho. Pois minhas imagens são minha melhor poesia.
Percebi ainda num certo trecho da viagem quando fui buscar o celular e senti uma tristeza por ter sido roubada.
Senti um sentimento tão pesado que desejei mal a quem me roubou e externei isso para um outro passageiro. Depois foi um sucessão de pedido de perdão a Deus por ter desejaod mal a uma pessoa.
Nunca tinha acontecido.
E o pior não foi ter perdido o celular, mas o desejar mal.
O celular compra-se outro e o sentimento perversos ficam e a gente sabe que eles sempre podem retornar.
Segundo o Dr. Edgar, pisiquiatricamente falando, pode-se esperar qualquer coisa, um surto, de uma pessoa normal.
Por isso Jesus em Mateus 15:11 no diz que o que contaminha não é o que entra pela boca mas o que sai. E Provérbios ainda nos lembra que de tudo que devemos guardar, o coração é o mais precioso bem que inspira redobrado cuidado.
E como se faz isso meu irmão?! No meu caso, abastecendo-me do que pode melhor me inspirar.
Por isso estou sempre envolta em leituras, poesia, músicas e imagens. E dos meus estudos.
Se assim já está difícil, imagine do contrário.
(por isso que não prolongo minha ausência do bloguinho, embora por vezes queira. Já que esse lugar tem um perfume suave que me invade e melhora meu pensamento e atenua minha imaginação para o mal, revelando-a, tratando-a).
Um dia depois do evento roubático, tive que providenciar um outro celular e por essa coisa de apego comprei um da mesma marca, um pouquinho melhorado.
É tão triste perder as coisas. E ainda tinha umas imagens minhas e de casa que passei mas guardei para um olhar novo nas viagens.
Não consegui bloquear o aparelho sem o número do amei, mas o número sim que recuperei depois num chip novo.
Nunca desprezo ou invalido a importância de quem coisa/pessoa que um dia colaborou para que minha alma sorrisse mais e pudesse vislumbrar fios coloridos de esperança nesse meu caminhar.


















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