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~Algo que estava adormecido~🌹

Semana passada fui parar no perfil do escritor Tom Cardoso, lá no Instagram. 

Seus textos fluidos, leves e saborosos. E passei a segui-lo.

Quando leio algumas de suas aparentes desprentiosas postagens lembro-me das crônicas do Artur da Távola, seu talento e  fluidez com as palavras, ainda que escrita do segundo seja marcada pela erudição. O bom é sempre saio de lá com umas dúvidas que mexem com a minha  imaginação e riso.

Por vezes me sinto pesada com o teor das minhas leituras virtuais, ainda mais levando-se em considerações o peso das próximas eleições e o perfil do escritor Tom Cardoso me chega como um refrigerio.

Trago a de hoje.


#Repost @tom_cardoso_10

...

Muita gente me perguntando se vou casar ou não vou, se era tudo brincadeira, se eu tomei um pé na bunda, se a moça tinha bafo. 


É o seguinte. Comecei a namorar a Dani. Puta entrosamento legal - algo que eu procurava desde a minha separação, há dois anos. Tava tão bom que decidimos nos casar, mais por conta das afinidades do que qualquer outra coisa. 


Não estávamos apaixonados, mas sempre acho que o amor, ao contrário da paixão, muito mais efêmera, é algo que a gente constrói, que precisa ser cultivado, alimentado pela convivência diária. 


Foi meu grande erro. A uma semana do casamento, Renata me ligou. É uma paixão antiga, mútua, interrompida por conta da mudança dela para Palmas, no ano passado, para completar um mestrado.


Ela foi direta: “Tom, ninguém casa sem estar apaixonado. É o motor de um relacionamento. Sim, a paixão é passageira, mas para chegar ao amor é preciso partir dela. Não se casa por gostar do mesmo diretor de cinema ou do mesmo prato de comida. A Dani é uma amiga pra vida inteira. Eu sou a mulher da sua vida”.


Conversei com a Dani, que entendeu. Ela é uma mulher incrível, dessas amigas que a gente não deve abrir mão nunca, nem se votar no Amoedo.


Dani ia ser madrinha do meu casamento com a Renata, em agosto, na casa dela, na Santa Cecília. 


Mas a o mundo é um moinho, como diria o Belo.


A poucas semanas do casamento com a Renata, conheci a Carol, na fila do Poupatempo de Santo Amaro.


Ela me mostrou a nova carteira de identidade e perguntou se estava feia na foto.


Não nos desgrudamos nunca mais.


E vamos nos casar dia 16 de maio. 


Uma festa de arromba. 


Vou aproveitar e lançar meu novo livro, a biografia do Gilberto Gil. 


Com a venda dos livros, vamos pagar nossa lua de mel em Maricá.


Somos pessoas simples. 


Quem vem?





Nao sei bem se o fato de ler Tom Cardoso tem relação com a minha volta ao bloguinho. Sei que me sinto inspirada a estar aqui e falar dos meus sentimentos, algo que estava adormecido.

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